A vítima é uma mulher de 42 anos, médica, que relatou que chegou ao laboratório por volta das 7h, retirou senha e aguardava atendimento quando começou o episódio.
Segundo o histórico, ela foi atendida no guichê por uma funcionária, e nesse momento outra funcionária teria se aproximado e dito, em voz alta: "fico impressionada com a cara de pau das pessoas."
Ainda de acordo com o boletim, essa mesma autora teria continuado nas proximidades e, apontando para a vítima, dito em voz alta para outra funcionária a expressão "amante da minha ex", o que, segundo o registro, provocou constrangimento.
A vítima afirma também que, mesmo depois de se sentar para aguardar a coleta de exames, continuou ouvindo expressões ofensivas a seu respeito em outro ambiente do laboratório.
O documento relata que, após a coleta de sangue, a vítima procurou orientação para registrar reclamação na ouvidoria do estabelecimento.
Nesse momento, segundo o histórico, a autora teria se aproximado novamente e dito: "até agora não foi embora!".
Um ponto importante: a vítima declarou no boletim que se sentiu ofendida em sua honra e dignidade e destacou que é médica hematologista pediátrica, afirmando que o episódio pode trazer repercussão negativa para sua imagem profissional.
No fim do relato, ela manifesta interesse expresso na adoção das medidas legais cabíveis.
Outro detalhe que pesa: o próprio bo registra que duas funcionárias citadas no atendimento mantiveram postura profissional e cortês, separando a conduta delas da conduta atribuída à autora das ofensas.
Isso ajuda a delimitar bem quem foi mencionada no histórico e como a situação se desenvolveu dentro do estabelecimento.
No aspecto formal, o caso foi encaminhado à Delegacia de plantão de Uberaba, não houve perícia técnica, e o boletim foi recebido por agente da polícia civil no mesmo dia.
FONTE: PROGRAMA HÉLIO JÚNIOR, QUE VAI AO AR DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, DAS 5H ÀS 7H, NA RÁDIO JM 95.5 FM, NO YOUTUBE, FACEBOOK E NA RÁDIO UBERABA WEB.
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