Uma ocorrência grave de violência doméstica terminou em morte na noite de domingo (8), em Uberaba. A Polícia Militar foi acionada após denúncia de que uma mulher havia sido baleada dentro de uma residência.
Equipes policiais se deslocaram imediatamente ao endereço indicado. No local, familiares informaram que a vítima havia sido atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça e que foi levada ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM) pelo próprio companheiro.
No hospital, os militares fizeram contato com o suspeito, descrito no registro da ocorrência como agente da área de segurança pública. Inicialmente, ele afirmou que a mulher teria efetuado o disparo contra si mesma após uma discussão, sugerindo a hipótese de suicídio.
Durante o atendimento médico, no entanto, a equipe hospitalar informou que a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu apesar das tentativas de reanimação.
Enquanto isso, policiais realizaram buscas no veículo utilizado para levar a mulher ao hospital. No interior do automóvel foram encontradas manchas de sangue, além de carregadores de arma de fogo, munições e um telefone celular com vestígios semelhantes a sangue.
Na residência onde os fatos ocorreram, equipes mantiveram o local isolado para os trabalhos da perícia. No imóvel foram localizadas duas pistolas, munições de diferentes calibres e um cartucho deflagrado recolhido na sala da casa.
De acordo com relatos registrados pela polícia, uma criança que estava na residência enviou uma mensagem à avó por aplicativo informando que o pai havia atirado na mãe. Após receber a mensagem, a familiar foi até o imóvel e encontrou o local com sinais de violência.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, durante a abordagem no hospital o suspeito teria pedido a um dos policiais que efetuasse um disparo contra sua cabeça, sendo advertido pela equipe.
O homem foi detido, passou por avaliação médica e foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais.
Equipes policiais se deslocaram imediatamente ao endereço indicado. No local, familiares informaram que a vítima havia sido atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça e que foi levada ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM) pelo próprio companheiro.
No hospital, os militares fizeram contato com o suspeito, descrito no registro da ocorrência como agente da área de segurança pública. Inicialmente, ele afirmou que a mulher teria efetuado o disparo contra si mesma após uma discussão, sugerindo a hipótese de suicídio.
Durante o atendimento médico, no entanto, a equipe hospitalar informou que a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu apesar das tentativas de reanimação.
Enquanto isso, policiais realizaram buscas no veículo utilizado para levar a mulher ao hospital. No interior do automóvel foram encontradas manchas de sangue, além de carregadores de arma de fogo, munições e um telefone celular com vestígios semelhantes a sangue.
Na residência onde os fatos ocorreram, equipes mantiveram o local isolado para os trabalhos da perícia. No imóvel foram localizadas duas pistolas, munições de diferentes calibres e um cartucho deflagrado recolhido na sala da casa.
De acordo com relatos registrados pela polícia, uma criança que estava na residência enviou uma mensagem à avó por aplicativo informando que o pai havia atirado na mãe. Após receber a mensagem, a familiar foi até o imóvel e encontrou o local com sinais de violência.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, durante a abordagem no hospital o suspeito teria pedido a um dos policiais que efetuasse um disparo contra sua cabeça, sendo advertido pela equipe.
O homem foi detido, passou por avaliação médica e foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais.
Que tragédia chocante! A violência doméstica é uma realidade que precisa ser combatida com educação e políticas públicas efetivas. Vocês acham que a Lei Maria da Penha está sendo devidamente aplicada em Uberaba? É fundamental que todos fiquem atentos aos sinais de violência e denunciem. Que medidas vocês sugerem para prevenir casos assim?
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