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13/03/26

EMPRESA DE UBERABA DENUNCIA FRAUDE APÓS ROUBO DE CELULAR E MOVIMENTAÇÕES BANCÁRIAS INDEVIDAS

 Segundo a Polícia Militar, responsável por drogaria relatou prejuízo após roubo do aparelho em São Paulo e uso indevido de dados pessoais e empresariais

 

  A responsável por uma drogaria de Uberaba procurou a Polícia Militar para denunciar um caso de furto mediante fraude com movimentações financeiras indevidas após o roubo de um celular.

 

  Segundo o boletim, a ocorrência foi registrada em 13 de março, no bairro Parque São Geraldo, e envolve acessos não autorizados a contas pessoais e empresariais da representante da empresa.

 

  De acordo com o registro, a representante legal da empresa relatou que estava no estado de São Paulo em 10 de março, quando foi vítima de roubo mediante grave ameaça e teve o aparelho telefônico subtraído.

 

  Conforme o boletim, depois disso criminosos teriam conseguido acessar o dispositivo, alterar credenciais vinculadas à conta da proprietária e impedir tentativas remotas de bloqueio e rastreamento.

 

  Ainda segundo a Polícia Militar, após o acesso indevido ao aparelho, os autores passaram a explorar dados sensíveis e informações financeiras armazenadas no celular.

 

  O boletim aponta que foram identificadas transações não autorizadas em contas bancárias ligadas tanto à pessoa física quanto à pessoa jurídica, com transferências via Pix e contratação de operações de crédito sem consentimento da titular.

 

  Conforme o registro, uma das movimentações identificadas foi uma transferência via Pix de R$ 3.900.

 

  O boletim também relata que, em outra instituição, houve contratação não autorizada de operação de crédito no valor de R$ 124.677,95, além de uma transferência adicional de R$ 32 mil.

 

  Em conta pessoal, ainda de acordo com a ocorrência, foram verificadas outra transferência de R$ 700 e duas operações de crédito via Pix, nos valores de R$ 500 e R$ 1.900.

 

  O registro informa ainda que uma transferência de R$ 9.980 chegou a ser identificada em outra conta bancária da vítima, mas a própria instituição financeira teria bloqueado preventivamente a movimentação e feito o estorno do valor por incompatibilidade com o padrão da cliente.

 

  A vítima também foi orientada sobre a plataforma de bloqueio definitivo de aparelhos oriundos de crime.

 

  Segundo a Polícia Militar, o caso foi formalizado para subsidiar a investigação e permitir a contestação das operações financeiras junto às instituições envolvidas.

 

  A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Plantão de Uberaba.

 

Fonte: Programa Hélio Júnior, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 5h às 7h, na Rádio JM 95.5 FM, no YouTube, Facebook e na Rádio Uberaba Web.

 

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