Registro foi feito como ação de defesa social e relata suposta falha no atendimento hospitalar
Uma mulher procurou a Polícia Militar para registrar uma reclamação formal relacionada ao atendimento prestado a uma idosa, que morreu após internação em um hospital particular, em Uberaba.
O registro foi feito às 18h17 do dia 23 de janeiro de 2026, conforme o boletim.
Segundo o registro, a solicitante relatou que a mãe deu entrada na unidade hospitalar em 1º de julho de 2023, após apresentar quadro de falta de ar e baixa saturação, sendo transferida de outro hospital por questões relacionadas ao plano de saúde.
O atendimento ocorreu em bairro da cidade, em unidade hospitalar privada.
De acordo com o relato, durante o período de internação, a idosa teria passado por procedimentos médicos e exames, sendo encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva.
A solicitante afirma que houve divergências no manejo clínico, dificuldades de acesso a exames e questionamentos sobre medicações e cuidados prestados durante a internação.
Ainda conforme a versão apresentada, a idosa teria apresentado piora progressiva do quadro clínico, retornando à UTI dias depois.
A morte foi registrada em 1º de julho de 2023, conforme informado no boletim.
A família também relatou que, posteriormente, teve acesso a documentos médicos e prontuários que motivaram novos questionamentos sobre a condução do atendimento.
O boletim informa que o registro foi realizado posteriormente aos fatos, com o objetivo de formalizar a queixa e possibilitar a adoção de providências cabíveis pelas autoridades competentes.
Não houve acionamento de perícia técnica no momento do registro, conforme consta no documento.
FONTE: PROGRAMA HÉLIO JÚNIOR, QUE VAI AO AR DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, DAS 5H ÀS 7H, NO YOUTUBE, FACEBOOK E NA RÁDIO JM.
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